terça-feira, 20 de maio de 2014


DIÁRIO DE BORDO N. 20

Tema: Equipamento de Ginástica, área de lazer e Horta Comunitária

Data:  19 de Maio de 2014, 10h


            Questões como sedentarismo, obesidade, sociabilidade, valorização do espaço público são fatores que contribuem para o implemento de algumas iniciativas públicas à promoção da atividade física nos dias de hoje, como, por exemplo, a instalação de equipamentos de ginástica nas praças, tanto no Brasil como, aqui, em Portugal, conforme ilustração abaixo:  

FIGURA 01 – Parque Urbano, Lisboa. Fonte: Arquivo Particular, 2014.
            Neste belo espaço de lazer, figura acima, pratica-se caminhada, ciclismo, corrida e exercícios físicos. Ao lado de cada equipamento estão as placas explicativas, lógico que elas não substituem a orientação de um profissional qualificado, mas, ajuda e não desmotiva o praticante solitário. São orientações simples, como demonstra as fotos abaixo:
BLOCO DE FIGURAS 02: Equipamentos de Ginástica, Lisboa. Fonte: Arquivo Particular, 2014.
 
            Aproveitando o espaço do Parque Urbano da Quinta da Granja está uma outra iniciativa com enfoque econômico, social e ambiental: a horta comunitária, também chamada de Parque Hortícola. Trata-se de uma prática urbana de sustentabilidade com base no conceito de agricultura familiar com os seguintes objetivos: “incremento econômico familiar, mais valia econômica pela diminuição de custos e manutenção, integração social, benefícios importantes para a saúde pública tanto física como psicológica, mais valias ambientais pela manutenção equilibrada de espaços urbanos” (www.icaam.uevora.pt/.../Hortas+urbanas+na+cidade+de+Lisboa). Assim, as hortas assumem a função social, lazer e pedagógica. São várias famílias trabalhando, plantando e cuidando de suas hortas e flores.
FIGURA 03- Horta Comunitária da Quinta da Granja, Lisboa. Fonte: Arquivo Particular, 2014.
 
            Integrando o parque à horta estão as ciclovias e pistas para a prática de corrida e caminhada. O conjunto revela a preocupação com a saúde dos habitantes da cidade de Lisboa.
FIGURAS 03 e 04 – Ciclovias no Quinta da Granja, Lisboa. Fonte: Arquivo Particular, 2014.
 
Ariza Rocha
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segunda-feira, 19 de maio de 2014


DIÁRIO DE BORDO N. 19

Tema: Professor Manuel Sérgio Vieira e Cunha

Data:  15 de Maio de 2014, 10h

FIGURA 01 – Prof. Manuel Sergio autografando os livros. Fonte: Arquivo Particular de Alana Mara, 2014.
 
            Hoje, ao meio-dia, no Hotel Continental, Lisboa, encontramos o renomado Professor e filósofo português, Manuel Sérgio Vieira e Cunha. Eis uma breve apresentação:
É licenciado em Filosofia pela Universidade Clássica de Lisboa e Doutor e Professor Agregado em Motricidade Humana pela Universidade Técnica de Lisboa. A sua tese de doutoramento, intitulada "Para uma Epistemologia da Motricidade Humana", defende a existência da ciência da motricidade humana, de que a educação física é a pré-ciência. É sócio da Associação Portuguesa de Escritores e autor e co-autor de 37 livros e de inúmeros artigos, em revistas nacionais e estrangeiras.  professor catedrático convidado aposentado da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa. Foi professor catedrático da Universidade Fernando Pessoa e do Instituto Superior da Maia. É actualmente presidente do ISEIT (Instituto Piaget - Almada), desde o ano lectivo de 2002/2003. É sócio fundador da Sociedade Internacional de Motricidade Humana e da Sociedade Portuguesa de Motricidade Humana. Foi presidente da Assembleia Geral do Clube de Futebol "Os Belenenses" e vice-presidente da Direcção deste mesmo Clube. Foi também presidente da Assembleia Geral da Associação de Basquetebol de Lisboa e presidente do Conselho Fiscal da Associação de Andebol de Lisboa (Fonte: Wikipédia)     
 
 
FIGURA 02 – Prof. Manuel Sérgio com Alana e Ariza. Fonte: Arquivo Particular de Alana Mara, 2014.
            Autor de vários livros, o prof. Manuel Sérgio influenciou uma geração de pesquisadores em Portugal. No Brasil, o seu nome passou a circular nos debates da Educação Física na década de 1980. Lembro-me que na ocasião trabalhava em um colégio particular de Fortaleza e fervia calorosas discussões em substituir o termo “Educação Física”, entre outras denominações, por “Motricidade Humana”. A razão do debate girava em torno da denominação expressar a dicotomia cartesiana e a partir daí emergia uma sucessão de complicações no ensino - aprendizagem da disciplina escolar (físico versus intelectual, técnico versus educador…)
            Extremamente simpático, gentil e bondoso, o professor presenteou-nos com dois de seus livros que serão disponibilizados para os alunos do Curso de Educação Física – URCA e que aqui, registro nossos agradecimentos, atenção e admiração.
 
Ariza Rocha
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DIÁRIO DE BORDO N. 18

Tema: Turismo no Tuk-Tuk

Data:  18 de Maio de 2014, 10h

           

            Há muitas formas de conhecer Portugal.  Pode ser de metro, comboio, ônibus (autocarro), bicicleta, a pé, funicular, barco, bondinho e etc., tudo depende do tempo disponível, dinheiro no bolso e gosto. Mas o que achei mais divertido foi o Tuk-Tuk, como ilustra a foto abaixo:

FIGURA 01-Tuk-Tuk, Lisboa. Fonte: Arquivo Particular, 2014.
            O Tuk-Tuk é um veículo motorizado com procedência da Tailândia. O transporte usa a moto como força motriz e em Lisboa e Coimbra, pode levar até seis passageiros. Subindo calçadas e ladeiras, o veículo percorre trechos onde um carro maior não consegue, por exemplo, os estreitos becos medievais.
             O Tuk-Tuk possibilita, em pouco tempo, fazer um passeio panorâmico pela cidade e de uma forma bem divertida, conforme foi o passeio que Alana Mara e eu fizemos em Coimbra.
FIGURA 02 -Tuk-Tuk, Coimbra. Fonte: Arquivo Particular de Alana Mara, 2014.
 
                       
Ariza Rocha
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quinta-feira, 1 de maio de 2014


DIÁRIO DE BORDO N. 17

Tema: Portugal Cristão

Data:  29 de abril de 2014, 10h
FIGURA 01- Pintura em azulejos representando Jesus carregando a cruz, Lisboa. Fonte: Arquivo Particular, 2014.
            É fácil observar a religiosidade do povo lusitano manifestada nas muitas igrejas, claustros, mosteiros, conventos, santos, ruas com os nomes religiosos, arte sacra, doçaria, práticas alimentares, azulejaria, estátuas, vitrais, cerâmicas, enfim, são profundas as raízes do cristianismo e, não somente por aqui, pois, cito o intercâmbio cultural, religioso e educacional no Brasil diante da presença de muitas ordens religiosas (Jesuítas, Franciscanos, Beneditos, entre outros) que, através de jovens missionários, a exemplo de Padre António Vieira e Padre Anchieta, interviram onde poucos queriam atuar na colônia brasileira.
Contudo, sublinho que as origens do cristianismo estão entrelaçadas com a história do Império Romano na província da Lusitânia e que alguns mártires dos séculos III e IV testemunhavam a cristianização. Avançando no tempo desse contexto religioso destaco, em Portugal, a devoção ao Santo António, conforme a foto abaixo:
FIGURA 02- Imagem de Santo António com o menino Jesus, Igreja de Santo António, Lisboa. Fonte: Arquivo Particular, 2014.
 
O conhecido “Santo Casamenteiro” tem o dia 13 de junho em sua homenagem, seja aqui, ou no Brasil. No entanto, desconhecia algo mais da vida do homem que se tornou Santo. E imagino que, assim, como eu, outras pessoas também desconhecem. Na Igreja, local em que nasceu, há a seguinte síntese de sua história:
 
[…] Foi em Lisboa que Fernando de Bulhões estudou, primeiro na escola da catedral e, a partir de 1210, em São Vicente de Fora. Deste mosteiro partiu para o dos Cónegos Regrantes de Santa Cruz de Coimbra onde professou em 1212. Impressionado com o martírio dos franciscanos em Marrocos, entrou na Ordem dos frades menores, pretendendo dirigir-se também ele a terras de África. Partindo em viagem, aportou na Sicília tendo vivido o resto dos seus dias na Itália onde se revelou grande pregador e teólogo. Veio a morrem em Pádua, em 1231. Foi canonizado por Gregório IX e em 1946 é proclamado Doutor da Igreja por Pio XII […].
 
 A fé ao padroeiro é tão grande que, em Lisboa tem uma rua em homenagem aos seus milagres, como demostra a foto abaixo:
FIGURA 03- Rua de Lisboa. Fonte: Arquivo Particular, 2014.
Outro local religioso que chamo atenção é a Capela dos Ossos, no prolongamento do convento de São Francisco, em Évora. Construída no início do século XVII, os franciscanos criaram-na no intuito de refletir a transitoriedade da vida. Assim, a Capela chama atenção em vários pontos. O primeiro é a frase “Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos”. Outro ponto forte de reflexão é a decoração da Capela:
 
                                                                                                  
  BLOCO DE FIGURAS 04- Capela dos Ossos. Fonte: Arquivo Particular, 2014.
As fotos demonstram que as paredes são revistas de ossos, crânios e caveiras marcadas por símbolos, alegorias e citação da Sagrada Escritura. Calcula-se a existência de uma média de 5000 crânios. A Capela é linda e, na minha opinião, cumpre um duplo papel: contemplar e meditar.
 
Ariza Rocha
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terça-feira, 15 de abril de 2014

XV CONGRESSO CIÊNCIA DO DESPORTO E EDUCAÇÃO FÍSICA RECIFE - PE


 
 
 
 
 
 
 
 

AGRADECIMENTOS

 
 
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
 
 
 PRÓ-REITORIA DE ASSUNTOS ESTUDANTIS - PROAE
PRÓ- REITORIA DE DESENVOLVIMENTO UNIVERSITÁRIO - PRODUN
 

 
 
 
 
 

 
  

 

 
 
 
 

domingo, 6 de abril de 2014


DIÁRIO DE BORDO N. 16

Tema: Vestígios da Presença Romana em Portugal

Data:  06 de abril de 2014, 10h

 

            A presença dos romanos ainda pode ser vista em Portugal.  Este povo, que até o século VIII a. C. era apenas uma aldeia voltada ao pastoreio, conquistou a Península Itálica, Mediterrâneo, várias regiões da África e da Europa, além da Península Ibérica, local que vivia os lusitanos, habitantes entre os Rios Douro e Tejo, hoje, parte da região Norte e Centro de Portugal.

            Os romanos mudaram a vida das cidades conquistadas e a romanização está configurada no latim, numeração, Direito, urbanismo (casas com telhas, ordenamento das ruas com esgotos, jardins interiores, balneários públicos com água quente (termas), repuxos de água, frescos nas paredes e mosaico no chão), economia (arado, cultivo do trigo, vinha, oliveira, olaria, tecelagem, ourivesaria, salga do peixe, exploração de minas, sistema monetário), arte (poesia, teatro, oratória), militarização, competições, lutas, rotas românicas do cristianismo, como também, nas construções de pontes, poços, teatros, templos, aquedutos, estradas, ânforas, estátua e etc.

            Para ilustrar a presença dos romanos em Portugal, cito, por exemplo, a Galeria Romana na Rua da Prata em Lisboa que pode ser visitada duas vez por ano (consultar http://www.youtube.com/watch?v=Ivs6km260Kk ), como também os  vestígios debaixo da Catedral (consultar http://www.youtube.com/watch?v=quO0qXC8EFI ). Outro exemplo é o Templo Romano em Évora, como demonstra a figura abaixo:
 

FIGURA 01- Templo Romano em Évora. Fonte: Arquivo Particular.
Ainda em Évora, encontra-se a terma romana:

 
FIGURA 02 – Terma em Évora. Fonte: Portugal Romano\Facebook
            A arte da guerra do povo romano está presente na disposição alternada tijolo - espaço e assimilada na composição de muralhas e castelos medievais.
 
FIGURA 03 - Évora. Fonte: Arquivo Particular.
 
               Outros resquícios estão espalhados em Viseu, Braga, Coimbra, Porto, Chaves, Tomar e vários outros poderiam ser citados. Passado e presente contam uma pequena parcela, mas, de raízes profundas da história da humanidade.
 
Ariza Rocha
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